A Comissão Europeia, que no início de novembro abriu uma investigação aprofundada ao concurso da linha Violeta do Metro de Lisboa, apurou três indícios da presença de subvenções estrangeiras, que considera serem provas “suficientes” de que a Portugal CRRC — fornecedora de material circulante do consórcio da Mota-Engil — “beneficiou indiretamente”.