“Entre telhados destruídos, paredes caídas, áreas de produção que desapareceram e equipamentos avariados, temos duas dezenas de empresas com grandes prejuízos e processos de recuperação difíceis pela frente. E temos também um conjunto alargado de empresas que tiveram vários dias de paragem forçada por falta de energia”, diz ao Expresso José Couto, presidente da AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel.
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