Mário Silvestre foi para Bruxelas a 26 de janeiro, durante a depressão Joseph. O presidente do organismo deu autorização ao comandante nacional para se ausentar.

António Cotrim/LUSA
O Comandante Nacional da Proteção Civil ausentou-se do país durante três dias, para uma formação em Bruxelas, durante a depressão Joseph e mesmo antes da tempestade Kristin.
Mário Silvestre foi para Bruxelas a 26 de janeiro, durante a depressão Joseph, revela a Sábado. Fonte da Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou à revista que o presidente do organismo deu autorização ao comandante nacional para se ausentar.
“A deslocação foi autorizada pelo presidente da ANEPC, uma vez que, à data da partida, não existia qualquer informação relativa à depressão Kristin, da qual apenas fomos formalmente informados no dia 26 de janeiro, às 21h30, com confirmação no dia 27 de janeiro”, justificou fonte oficial citada pela Sábado.
Regressou a Portugal no dia 28 de janeiro e retomou funções já depois da tempestade Kristin ter deixado um rasto de destruição.
Recorde-se, ainda assim, que desde a semana anterior que climatologistas vinham a alertar para uma sequência de tempestades com possibilidade da formação de uma depressão profunda.