No entanto, fonte ligada ao processo disse ao JN que não há indícios de morte violenta, estando afastada, em princípio, a possibilidade de homicídio, havendo a suspeita de que possa ter posto fim à própria vida.
A mulher – disse ainda outra fonte – vivia num quadro de alguma desestruturação pessoal, com problemas de saúde mental e de adição a álcool.
O corpo, que já estaria no local há mais de um dia e apresentava vestígios de sangue, foi transportado, com autorização da Delegação de Saúde, para a morgue de Braga, para ser autopsiado.