António José Seguro dramatizou esta quinta-feira o apelo à participação na segunda volta das eleições presidenciais, ao agitar o que descreveu como “o pesadelo” de o aversário acabar por vencer devido a uma elevada abstenção.

Por outro lado, o cenário de uma eleição para a Presidência por margem curta é, nas palavras do antigo secretário-geal do PS, “um risco inaceitável”.Após uma visita ao DNA Cascais, no distrito de Lisboa, Seguro foi questionado sobre o cenário de uma abstenção pronunciada no próximo domingo.



“Quem ganha eleições são os votos dos portugueses, quando são contados, e no final a maioria diz quem é o novo presidente da República”
, fez notar Seguro.



“Aquilo que seria algo completamente surpreendente –  seria mesmo um pesadelo – é que os portugueses queiram um presidente, queiram a candidatura que eu protagonizo e, depois, por não irem votar, permitam que seja outro a vencer as eleições”
, vincou.

“Eu julgo que nunca houve em Portugal uma escolha tão simples de fazer, porque são dois caminhos completamente diferentes e dois perfis de candidatos completamente diferentes. Aquilo que eu peço aos portugueses é que não arrisquem e façam um voto do lado certo”, exortou o candidato.

Jornal da Tarde | 5 de fevereiro de 2026


Ainda de acordo com António José Seguro, “é muito importante que os portugueses vão decidir quem é o presidente da República que querem e não deixar que sejam outros a escolher e a fazer escolhas para eles próprios”.

Seguro esteve acompanhado, em Cascais, pelo democrata-cristão Diogo Feio e pelo antigo candidato à Câmara de Cascais João Maria Jonet, além do deputado socialista Miguel Costa Matos.

c/ Lusa