Veja o resumo da notícia!

  • O Grammy de Artista Revelação reflete a cena musical, como em 2011, com artistas de estilos variados em um período de transição.
  • Esperanza Spalding, vencedora em 2011, consolidou-se no jazz, colaborando com artistas e mantendo forte presença acadêmica.
  • Justin Bieber, fenômeno adolescente, tornou-se artista pop adulto, acumulando hits e polêmicas, e diminuindo o ritmo.
  • Drake, de sucesso no streaming, emplacou hits e turnês, destacando-se comercialmente e protagonizando conflitos públicos.
  • Florence + The Machine manteve relevância no circuito alternativo, com álbuns aclamados e forte identidade performática.

O prêmio de Artista Revelação sempre ocupou um lugar central no Grammy por funcionar, ao menos em tese, como um termômetro da indústria.

Nem sempre essa categoria aponta quem será o maior nome comercial daquele ano, mas quase sempre registra quem estava pelo menos no centro da conversa musical. O Grammy 2026 aconteceu no último domingo (1) e, como te mostramos por aqui, contou com a vitória de Olivia Dean na categoria – um nome ainda pouco conhecido por muitos.

Mas e 15 anos atrás? Em 2011, a música pop vivia um período de transição. O streaming ainda engatinhava, o rádio tinha peso e o YouTube era uma plataforma consolidada, fortalecendo muito os videoclipes. Foi nesse cenário que artistas de perfis muito distintos dividiram espaço na mesma categoria.

Na lista abaixo, reunimos os concorrentes a Artista Revelação daquele ano e como eles estão hoje. Confira!

Onde estão os Artistas Revelação do Grammy 2011?

Esperanza Spalding (vencedora)

Ao vencer o Grammy, Esperanza Spalding fez história por levar o prêmio com uma carreira ancorada no jazz. Desde então, se consolidou como uma das artistas mais respeitadas de sua geração. Lançou projetos conceituais, colaborou com nomes como Milton Nascimento e manteve forte presença acadêmica e artística. Seu último disco lançado é Milton + esperanza, de 2024.

Justin Bieber

Em 2011, Justin Bieber era o maior fenômeno adolescente do mundo. Nos anos seguintes, atravessou uma transição pública e turbulenta até se firmar como artista pop adulto. Acumulou hits e polêmicas, ao mesmo tempo em que passou a reduzir o ritmo da carreira nos últimos anos. Seu último disco é Swag II, de 2025.

Drake

Mesmo sem levar o prêmio, Drake foi quem construiu a trajetória mais dominante comercialmente. Se tornou um dos artistas mais bem-sucedidos da era do streaming, emplacou hits como “Hotline Bling” e turnês grandiosas, além de protagonizar uma briga pública com Kendrick Lamar. Seu último disco é For All the Dogs, de 2023, e o rapper ainda lançará Iceman neste ano.

Florence + The Machine

A banda liderada por Florence Welch seguiu um caminho pra lá de sólido. Com álbuns aclamados pela crítica, manteve relevância no circuito alternativo e em grandes festivais, apostando na própria identidade e em letras sensacionais. Florence também se tornou referência estética e performática. O último disco lançado é Everybody Scream, de 2025.

Mumford & Sons

Símbolo do boom folk do início da década de 2010, o grupo britânico alcançou enorme sucesso logo após a indicação. Com o tempo, reformulou sua sonoridade, se afastando um pouco do folk acústico que os consagrou e explorando caminhos mais elétricos e alternativos. A banda lança o disco Prizefighter no dia 20 de fevereiro, e vem ao Brasil neste ano como atração do Rock In Rio.

OUÇA AGORA MESMO A PLAYLIST TMDQA! RADAR

Quer ouvir artistas e bandas que estão começando a despontar com trabalhos ótimos mas ainda têm pouca visibilidade? Siga a Playlist TMDQA! Radar para conhecer seus novos músicos favoritos em um só lugar e aproveite para seguir o TMDQA! no Spotify!