O candidato presidencial António José Seguro reforçou a mensagem de que é necessário mobilizar eleitores, e afastar a ideia de que tem garantida a vitória na segunda volta das eleições presidenciais, para evitar que no próximo domingo “tenhamos um pesadelo em vez de uma grande alegria”.

Numa sessão de perguntas e respostas com militantes socialistas, realizada na Biblioteca Municipal de Gondomar, o candidato apoiado pelo partido, que foi apresentado como “o futuro Presidente da República”, voltou a desvalorizar a “larga vantagem nas sondagens”, pois “as sondagens não ganham eleições”.

Apelando aos seus apoiantes para que mobilizem “amigos, vizinhos, colegas e familiares”, nomeadamente através das redes sociais – onde o seu adversário eleitoral leva vantagem -, Seguro voltou a apresentar a segunda volta como uma escolha entre quem defende “união e comunhão de valores” e quem “espalha ódio, medo e divisão, numa tentativa de nos pôr uns contra os outros”.

Antes de começar a responder a perguntas dos militantes do PS, o candidato mais votado na primeira volta apresentou-se como “uma pessoa de confiança e um democrata dos sete costados”.