Estimated reading time: 3 minutos
O criador da franquia, Kevin Williamson, está de volta para assumir a direção de Pânico 7, mas os fãs que esperavam um retorno às raízes satíricas da saga podem se decepcionar.
Apesar de ter escrito os roteiros que definiram o terror autoconsciente nos anos 90, o cineasta confirmou que o novo capítulo não seguirá esse formato.
Em entrevista à revista Empire (via Games Radar), Williamson revelou que o filme deixará de lado a metalinguagem para focar em uma narrativa mais tradicional e emocional.
Segundo o diretor, o objetivo principal não é desconstruir o gênero, mas sim dar continuidade ao legado de Sidney Prescott.
A trama girará em torno da família da protagonista, com destaque especial para a introdução de sua filha.
Essa decisão confirma que Pânico 7 seguirá a tendência estabelecida pelo filme anterior, que já havia dividido opiniões entre os fãs.
Vale lembrar que Pânico 6 praticamente abandonou os comentários sobre regras de filmes de terror, apostando em um formato de slasher muito mais direto e visceral.
Desde o lançamento do original em 1996, a franquia se destacou justamente por seus personagens que usavam o conhecimento de filmes de terror para sobreviver.
A mudança de foco remete à polêmica estrutura de Halloween Ends (2022), que também se afastou da trama central para focar em novos personagens.
No novo filme, a filha de Sidney será vivida pela estreante Isabel May.
Apesar da mudança de tom, o elenco trará muito fan service com o retorno de Neve Campbell e Courteney Cox.
Além delas, teremos os retornos surpreendentes de Matthew Lillard (Stu), Scott Foley (Roman) e David Arquette (Dewey), embora seus personagens tenham morrido nos filmes anteriores.
Os sobreviventes da geração recente, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, também estão confirmados.
Pânico 7 chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro.
Leia também sobre Pânico 7: