Luís Diogo ganhou o hábito de votar antecipadamente para “evitar confusões”. Na segunda volta das presidenciais, inscreveu-se como é costume, mas acabou por não votar por causa do mau tempo – vive nas Caldas da Rainha. Tentou, por isso, no dia 8, mas foi impedido. Os membros da mesa disseram-lhe que já tinha votado e mostraram-lhe, inclusivamente, um envelope fechado com os seus dados pessoais (número de cartão de cidadão) que teria lá dentro o seu voto.