“Já fui para muito ensaio com chinelo de dedo, camisetinha e shortinho. Eu vivi a Viradouro, minha preocupação ali era ser eu mesma, ser feliz, dançar, cantar, suar, sentir aquele calor da bateria. Eu me sentia parte de algo gigante. Era uma fase difícil, meus pais se separaram, cada um dos meus irmãos foi para um lado, então a Viradouro foi um lugar que me acolheu”, enfatizou Juliana.