Ana (nome fictício), 35 anos, estava sem emprego há seis meses. Teve de voltar para casa da mãe, na zona do Porto, e, pouco depois, morreram-lhe dois familiares. Nesse verão de 2025, viu um anúncio no Instagram para trabalhar em marketing digital. Mandou os dados e acabou burlada em sete mil euros. A mulher é uma das centenas de vítimas de falsos empregos online que tem vindo a multiplicar-se.