O colapso de parte da Autoestrada do Norte, entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, após a rotura de um dique do rio Mondego, abriu um vazio no principal corredor rodoviário do país e forçou a logística nacional a reorganizar-se em tempo real. Com o troço intermédio interrompido — precisamente no coração do eixo Lisboa-Porto — transportadoras e operadores postais ativaram planos de contingência para garantir abastecimento e entregas.