Em criança, achava impensável uma só pessoa conseguir tocar tantos sons ao mesmo tempo, sem precisar de “uma passadeira para deslizar de um lado ao outro dos teclados” que contemplava nas montras das lojas do Porto, cidade onde nasceu. Hoje, aos 50 anos, Filipe é mestre de capela e organista titular da Igreja da Lapa, também no Porto, e diretor artístico do Festival Internacional do Órgão e Música Sacra (FIOMS), um dos mais relevantes a nível internacional.