A Fidelidade convidou consultores financeiros para se candidatarem a assumir essas funções numa oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), de acordo com a Bloomberg. Este é mais um passo no caminho que a administração da empresa está a fazer, mas que ainda não foi formalmente aprovado pelos dois acionistas, os chineses da Fosun, que controlam 85% do capital, e a Caixa Geral de Depósitos que detém os restantes 15%.