No final das reuniões com todos os partidos com assento parlamentar, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, sobre o programa (Portugal Transformação Recuperação Resiliência), Luís Montenegro fez uma declaração sem direito a perguntas, na qual voltou a abordar – sem fixar valores – a forma de financiar este programa.

epa12180531 Portuguese Prime Minister Luis Montenegro speaks during the plenary session to present the Program of the XXV Constitutional Government at the Assembly of the Republic in Lisbon, Portugal, 17 June 2025. EPA/JOSE SENA GOULAO

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou hoje que a execução do PTRR não vai colocar em causa o equilíbrio das contas públicas, mas sem excluir “saldos orçamentais negativos”, ou seja, défices.

No final das reuniões com todos os partidos com assento parlamentar, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, sobre o programa (Portugal Transformação Recuperação Resiliência), Luís Montenegro fez uma declaração sem direito a perguntas, na qual voltou a abordar – sem fixar valores – a forma de financiar este programa.

“Teremos financiamento nacional deste programa – que sairá do Orçamento do Estado – financiamento que poderá sair de contração de divida publica. Não vai colocar em causa a trajetória de equilíbrio das contas públicas, mas não significa que não possa haver saldos orçamentais negativos, rácios negativos da dívida pública”, afirmou.

E acrescentou: “Não estou a dizer que vai haver, mas não estou a excluir essa possibilidade”, disse.