Na sequência do seu discurso sobre o Estado da União, Donald Trump proferiu mais um discurso na plataforma Truth Social, no qual apelou à deportação de alguns dos seus opositores, entre eles as “lunáticas” lhan Omar e Rashida Tlaib, que hostilizaram Trump enquanto este discursava na Câmara dos Representantes, e o vencedor de um Óscar, Robert De Niro, crítico ferrenho do presidente norte-americano.

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Omar e Tlaib “deveriam realmente entrar num barco com Robert De Niro, outra pessoa doente e demente com, acredito, um QI extremamente baixo, que não tem absolutamente nenhuma ideia do que está a fazer ou a dizer – alguns dos quais são seriamente CRIMINOSOS!”, escreveu Trump na sua rede social.

Os comentários foram publicados depois de De Niro ter criticado o presidente no podcast “The Best People with Nicolle Wallace”, divulgado na segunda-feira. “Ele nunca vai sair. Temos de o obrigar a sair”, disse o ator. “Ele brinca agora com a nacionalização das eleições. Ele não está a brincar. Já vimos o suficiente. Todos devem permanecer unidos para removê-lo e voltarmos aos trilhos. As pessoas têm de resistir, resistir, resistir, resistir, resistir. É a única maneira”.

Os ataques de Trump ao ator de 82 anos continuaram: “Quando o vi desmanchar-se em lágrimas ontem à noite, como faria uma criança, apercebi-me de que pode ser ainda mais doente do que a louca Rosie O’Donnell, que está neste momento na Irlanda a tentar descobrir como voltar aos nossos belos Estados Unidos. A única diferença entre De Niro e Rosie é que ela é provavelmente um pouco mais inteligente do que ele, o que não é dizer muito”.

No ano passado, Trump ameaçou revogar a cidadania norte-americana da atriz e comediante Rosie O’Donnell. Após a reeleição de Trump, O’Donnell mudou-se para a Irlanda.