Sara Palácios, moradora numa das casas afetadas, diz que a forma como a ordem surgiu, por um edital afixado nas casas que refere que estas são ilegais, “é uma violência extrema para quem teve de abandonar as casas sem nada nas mãos e que tem agora o futuro incerto”. “Os proprietários pagavam IMI, tínhamos água e luz e agora a Autarquia diz que as casas são ilegais”, lamenta.