O anúncio de um acordo não vinculativo de fusão de ativos entre a portuguesa Galp Energia e os acionistas da Moeve (antiga Cepsa) para integrar partes dos seus negócios de refinação, petroquímica e rede de postos de combustíveis na Península Ibérica desencadeou um debate intenso sobre soberania energética, emprego e estratégia industrial em Portugal.