Um preparador físico de Leiria, que se autointulava de consultor de exercício físico, declarava um rendimento anual de dez mil euros, mas terá lucrado cerca de 12 mil mensais a traficar esteroides. Parte significativa da sua clientela eram reclusos de duas cadeias, que recebiam as substâncias usadas para o crescimento da massa muscular através de visitas e de guardas prisionais corruptos. Dois destes profissionais foram constituídos arguidos nesta quarta-feira, no âmbito da operação Gambito, realizada pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da Polícia Judiciária.