A mais recente escalada dos preços do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) está a levantar receios de uma nova crise energética na Europa, idêntica à registada na sequência da invasão da Ucrânia por parte da Rússia em 2022 e que atirou a inflação acima dos 10% em Portugal e na Zona Euro. Na altura, o Banco Central Europeu (BCE) respondeu com uma subida nas taxas de juro e, desta vez, o cenário não deve ser diferente – os investidores já começaram a incorporar essa expectativas nos juros das dívidas soberanas da região.