Numa reportagem do programa de investigação “A prova dos factos”, da RTP, foram levantadas suspeitas de que Mafalda Livermore terá arrendado ilegalmente alguns imóveis em Lisboa, estando alguns inquilinos a pagar cerca de 680 euros por um T0 com aproximadamente oito metros quadrados, sem emissão de recibos. Além disso, segundo a reportagem, a militante do Chega terá praticado atos próprios de um advogado sem possuir habilitação legal para o exercício da profissão.
Após estas suspeitas, a Câmara de Lisboa procedeu à exoneração da influenciadora. “Os lisboetas conhecem-me e sabem que, neste tipo de situações, sempre atuei de imediato. Assim o fiz, ontem à noite”, afirmou Carlos Moedas, presidente da autarquia da capital.
André Ventura garantiu que a “visada” irá recorrer aos tribunais. “A própria visada tomou decisões antes da Câmara de Lisboa, em nome da transparência e da integridade. Fez isso, mesmo sabendo que estava a tomar uma posição que não correspondia àquilo que é a justiça”, atirou o líder do Chega.