José Braga passeia nas ruas de Ponte da Barca o seu velho cão Teddy, com 17 anos, que insiste em escapar-se para o outro lado da estrada, arrastando-se. O dono chama e o animal regressa, mas o mesmo não acontece com as agências físicas de bancos que, ao longo dos últimos anos, foram encerrando naquela vila do Alto Minho. Atualmente, duas mantêm as portas abertas, para um concelho com cerca de 11 mil habitantes (Censos 2021).