Quem hoje se dirige à praia fluvial do Samouco, em Alcochete, já não vê a azáfama dos mais de 1700 apanhadores de amêijoa que entravam e saíam do rio com baldes para as vender junto das dezenas de carrinhas paradas no parque de estacionamento. “Não havia sossego, chegava a haver tiroteios por causa da venda da amêijoa e roubos aos pobres mariscadores”, conta um reformado, enquanto apanha sol na praia. “Hoje a paz voltou à praia do Samouco com o fim do negócio da amêijoa e espero que se mantenha”, diz.