O jornal “The New York Times” noticiou a morte de Mueller, citando um comunicado da família, mas não especificou o local ou a causa. Mueller tinha sido diagnosticado com doença de Parkinson no ano passado.
Trump reagiu rapidamente na sua rede Truth Social, escrevendo: “Robert Mueller acabou de morrer. Ótimo, fico feliz por ele estar morto. Ele já não pode fazer mal a pessoas inocentes!”.
Mueller liderou o FBI durante 12 anos, tendo começado poucos dias antes dos ataques da Al-Qaeda de 11 de setembro de 2001 aos Estados Unidos, período durante o qual consolidou a missão antiterrorista da agência. Após os ataques, modernizou a agência e denunciou abusos em prisões secretas da CIA.
Após a passagem pelo FBI, foi nomeado conselheiro especial do Departamento de Justiça para liderar uma investigação, entre 2017 e 2019, sobre se a campanha presidencial de Trump conspirou com a Rússia para o eleger. Concluiu que a Rússia promoveu uma ampla interferência em 2016, mas sem comprovar conspiração com o então candidato republicano.