Entre as cotadas do principal índice nacional que já apresentaram os resultados do ano passado (14 das 16), todas à exceção da Navigator, mantiveram ou aumentaram o dividendo, incluindo as que viram os lucros cair face ao ano anterior. Ou seja, “a política de remuneração acionista continua a ser um argumento sólido para estimular a exposição às cotadas portuguesas num ambiente de maior incerteza global”, diz ao Negócios João Queiroz, “head of trading” do Banco Carregosa.