“Com o Disney Adventure World, não estamos apenas a inaugurar um segundo portão renovado na Disneyland Paris; estamos a abrir as portas para uma nova era. Uma era em que os nossos visitantes entram diretamente no coração das histórias que adoram”, disse Natacha Rafalski, presidente da Disneyland.

Na véspera, o presidente francês realçara a importância do parque como ativo económico nacional, referindo-se ao mesmo como “o principal destino turístico da Europa” e descrevendo-a como “um verdadeiro ecossistema de sucesso”.

Segundo dados da Disney citados pela agência Associated Press, o resort emprega agora mais de 20 mil pessoas, sustenta 70 mil empregos diretos, indiretos e induzidos, e registou mais de 445 milhões de visitas desde 1992 — representando 6,1% da receita turística nacional de França.

Curiosamente, quando foi inaugurado, chegou a ser ridicularizado e apelidado de “Chernobyl cultural”.

A nova área temática recria a vila imaginária de Arendelle em torno de uma lagoa, com as suas construções de madeira com fachadas adornadas com rosemaling, uma arte decorativa tradicional norueguesa baseada na pintura de rosas. No centro, encontra-se Frozen Ever After, um passeio de barco com animatrónica de última geração e efeitos de projeção imersivos embalados pela banda sonora do filme.

Dentro do castelo, os visitantes podem encontrar Anna e Elsa, conversar com um bebé troll interativo chamado Mossy, que responde às suas perguntas, e assistir a uma celebração na lagoa chamada Festival da Flor de Neve — com uma canção original.