A reforma antecipada de Mário Centeno do Banco de Portugal trouxe o assunto para cima da mesa, mas as saídas precoces no setor da Banca são regra e, nos últimos dois anos, custaram quase mil milhões de euros aos cofres das cinco principais instituições. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) lidera a lista. A Deco Proteste fala em menos 12 mil trabalhadores nos últimos anos e alerta para a “parte significativa dos portugueses que continua a ser deixada para trás” com a razia de balcões, sobretudo no Interior.