A vice-presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira, alerta ao JN que o principal risco não está apenas na evolução do conflito, mas sobretudo nos seus efeitos indiretos na economia. A subida da inflação, dos custos energéticos e das taxas de juro poderá reduzir a poupança disponível e levar muitas famílias a cortar ou ajustar os seus planos de férias.