Apesar de desempenharem funções críticas, da manutenção de barragens à inspeção de pontes e portos, apontam o dedo a quem manda. “Tudo o que for para pagar, estamos sempre prontos”, ironiza, lembrando que a atividade apresenta riscos elevados e permanentes. “A cada segundo e a cada mergulho, um bocadinho de nós fica lá em baixo”. Falhas de ar e trabalhos com visibilidade nula fazem parte do dia a dia Hugo Rodrigues, outro mergulhador profissional, relata ter sofrido uma subida de emergência a 20 metros de profundidade. “Fiquei com uma cicatriz num pulmão”.