No livro Diogo Jota – Nunca Mais é Muito Tempo, escrito por José Manuel Delgado, Rute Cardoso quebrou o silêncio sobre a morte do marido e do cunhado, na madrugada de 3 de julho do ano passado, num acidente de viação.

A determinada altura da obra, a nortenha recordou a véspera da fatídica noite. “Disse‑lhe para irmos ao cinema, uma coisa que já não fazíamos há muito. Nem me lembrava da última vez que isso tinha acontecido”, começou por relatar, referindo que o grupo de amigos da juventude se reuniu num centro comercial do Porto para ver o filme “O Match Perfeito”.

Depois, seguiram para as roulottes que se encontram perto da Ponte D. Luís, algo que já era uma tradição. “Percebemos que ainda estavam duas coisas por fazer antes de regressarmos a Inglaterra: comer nas roulottes e ir ao sushi. Fomos àquelas que se encontram perto da ponte D. Luís, sentámo‑nos na margem do Douro e ficámos ali na galhofa”, findou Rute Cardoso, num excerto do livro a que o site “Dioguinho” teve acesso.