Residente na Pederneira, em Ourém, Maria de Sousa aproveitou a deslocação do presidente da República a Seiça, no mesmo concelho, para lhe contar o pânico sentido pela família, na madrugada de 28 de janeiro, quando a tempestade Kristin lhes virou a vida do avesso. “Não se aproveita nada da minha casa. Está tudo podre”, contou, emocionada. Questionada por António José Seguro se teve algum apoio para recuperar a habitação, a idosa respondeu: “isso não sei”. Foi, então, que o mais alto magistrado da Nação lhe explicou que havia pessoas que a podiam ajudar. “Tem de ir à câmara perguntar como está a sua situação”.