“[Fevereiro] foi um mês de precipitação excecional, com totais mensais que atingiram, em média, cerca de 300% da normal climatológica”, explicam os climatologistas Vanda Cabrinha e Ricardo Deus. Um dilúvio estatístico, um aparente alívio, mas um paradoxo. Porque enquanto os rios enchem e barragens respiram, o país continua, silenciosamente, a caminhar para a aridez.