Durante
mais de uma década, Mariana Santos viveu no centro daquilo que muitos
considerariam uma carreira de sucesso. Fundou e liderou o movimento global
Chicas Poderosas, uma comunidade internacional que ajudou centenas de mulheres
no jornalismo e nos media a ganhar voz e espaço. Viajava constantemente,
participava em conferências internacionais, acumulava responsabilidades e
resultados. Mas se, visto de fora, tudo parecia funcionar, por dentro, algo se
quebrava.