Como é a SP-Arte? Confira o que você precisa saber sobre a feira antes da sua visita
2:25
Maior feira de arte do Brasil realiza sua 22ª edição até o domingo, dia 12, no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera. Crédito: Imagens: Bruno Nogueirão/Edição: Andressa Brito
Não é só a música, futebol ou Fórmula 1 que param São Paulo. A arte entrou definitivamente nesse roteiro no último final de semana.
Segundo estimativas, o valor total de faturamento da 22ª edição da SP-Arte gira entorno de R$ 400 milhões – com uma visitação de mais de 35 mil pessoas em cinco dias de evento.
1 – Obra do artista baiano Ayrson Heráclito
2 – Quadro de Tomie Ohtake
3 – Esculturas em bronze de Nádia Taquary, intituladas “Mulher Peixe”, foram vendidas por R$430 mil cada pela galeria carioca Portas Vilaseca
4 – Espaço Galeria Nara Roesler com as 3 obras vendidas: Lescher por 65 mil dólares, Lucia poe 30 mil dólares e Le Parc por 320 mil euros.
Crédito: Colagem de Thaís Barroco sobre fotos Divulgação/SP-Arte Foto: Diversos
Segundo galeristas, as vendas tiveram um crescimento de 20% em relação a edição anterior. Galerias e artistas do Norte e Nordeste do País estão entre os mais animados.
O artista baiano Ayrson Heráclito, um dos poucos representantes brasileiros na próxima Bienal de Veneza, que começa no mês de maio, teve 15 obras vendidas pela Galeria Paulo Darzé, de Salvador.
A Galeria Lima, de São Luís do Maranhão, vendeu todos os exemplares de Gê Viana, destaque da última edição da Bienal de São Paulo.
Outro ponto alto foi a Galeria Leonardo Leal, de Fortaleza, que vendeu um total de 54 obras, um aumento de 25% em relação a sua participação anterior.
Entre as criações mais procuradas pelos colecionadores estava as de Allan Weber, atualmente com uma exposição individual no Instituto Tomie Ohtake.
Foram mais de uma dezena de obras negociadas para colecionadores e instituições.
A própria nipo-brasileira que dá nome ao museu teve uma de suas obras disputada por dois clientes, lance final R$ 1,4 milhões.