Créditos: Unsplash
O grupo Meta, de Mark Zuckerberg, iniciou a distribuição de uma assinatura mensal chamada WhatsApp Plus para um número limitado de usuários de Android. Contudo, ressaltamos que, até o momento da publicação desta matéria, nada ainda foi viabilizado no Brasil.
O valor cobrado é de € 2,49 (aproximadamente R$ 14,54 em conversão livre; contudo, caso chegue ao nosso país, o preço será regionalizado).
A modalidade inclui figurinhas exclusivas, variações de temas para a interface, ícones alternativos para o aplicativo, toques de notificação diferenciados, expansão do limite de conversas fixadas para até 20 e ferramentas para aplicar ajustes personalizados em listas múltiplas de chats simultaneamente.
WABetaInfo
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Expansão dos recursos visuais e organizacionais
A versão de testes restringe o suporte ao WhatsApp Messenger, excluindo por enquanto contas do WhatsApp Business.
O foco inicial da implementação é sobre dispositivos Android, com uma previsão de compatibilidade para o sistema operacional iOS, da Apple, em um estágio posterior do cronograma de desenvolvimento.
Os benefícios incluem a aplicação de configurações personalizadas em lote sobre listas de conversas e um mecanismo que reduz a necessidade de ajustes manuais individuais.
A assinatura insere o mensageiro em um modelo de monetização direta ao consumidor, similar ao adotado por outras plataformas.
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O movimento ocorre cerca de um mês após a empresa iniciar testes com uma modalidade mensal do Instagram Plus, conforme noticiado pelo nosso site na ocasião.
Aquela iniciativa se concentrava em funcionalidades relacionadas aos Stories, como a segmentação de audiências distintas para conteúdos temporários e a extensão do prazo de exibição para além do limite padrão de 24 horas.
O valor praticado no WhatsApp Plus posiciona o serviço em uma faixa próxima ao Snapchat Plus, que opera ao custo de US$ 3,99 mensais (~ R$ 19,77) e oferece um conjunto semelhante de vantagens.
Para finalizar, destacamos que as capturas de tela divulgadas pelo perfil WABetaInfo confirmam a estrutura de preços e o escopo inicial dos recursos disponibilizados neste estágio de liberação limitada.
E aí? Acharia essa opção interessante, caso chegasse ao nosso Brasilzão de Meu Deus? Compartilhe o seu ponto de vista nesta publicação e continue acompanhando o Mundo Conectado!
Fontes: The Verge | WABetaInfo
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