Em entrevista exclusiva à SELFIE, Carlos Costa revela ter vivido um período marcado por dependências, numa fase em que procurava formas de lidar com a dor emocional, e que chegou a estar internado para desintoxicação.
“Passei por várias adições, estava num loop de adições. Inicialmente, tinha uma adição muito grande a biodiaspinas, ansiolíticos e por ai fora. Depois, álcool. A minha situação não era muito grave, não andava bêbado de canto para canto, atenção! Simplesmente recorria ao álcool para me adormecer a dor que sentia”, confessa.
Ao perceber que não poderia continuar nesta situação, não hesitou em procurar ajuda: “Estive internado durante um mês para desintoxicação de álcool. Auto-internei-me. Liguei para o UTRA, serviço de reabilitação do alcoolismo no Funchal, e internei-me.”
Longe de encarar o internamento como um momento negativo, descreve-o como fundamental no seu percurso. “Foi incrível esse internamento. Extremamente educativo. Com profissionais incríveis. Foi uma experiência inacreditável.”