— Eu cresci assistindo ao “Saia justa”, lá em 2002, quando Rita Lee, Fernanda Young, Mônica Waldvogel e Marisa Orth já provavam que pensar e falar com inteligência podia, sim, ser um ato meio revolucionário e delicioso de ver. O programa nunca tratou a mulher como óbvia, e isso, convenhamos, já é um diferencial enorme. O “Saia justa” cutuca, provoca, tensiona e não pede desculpa por isso. E eu gosto exatamente daí, desse lugar onde a conversa não alisa, não simplifica e não subestima ninguém — afirma Ana Paula.

A edição terá exibição ao vivo. Para Ana Paula, não se trata apenas de um convite para participar. É “quase um chamado”, diz: