A
Escola São Vicente de Paulo, onde Maria Arminda Santos estudava enfermagem,
ficava perto do aeroporto de Lisboa. De cada vez que via passar um avião,
ficava fascinada. Nessa altura, era uma jovem de 20 anos e não lhe passava pela
cabeça que o seu futuro profissional passaria por prestar assistência a feridos
a bordo de uma aeronave.