Preferimos a estabilidade do investidor benfiquista, que nos conhece e está connosco há muito tempo, do que a dos grandes investidores norte-americanos.” No mesmo dia em que Nuno Catarino, vice-presidente da Benfica SAD, garantia que o objetivo era manter o financiamento próximo do adeptos encarnados — em oposição aos concorrentes Sporting e Porto que têm ido aos Estados Unidos emitir dívida —, o maior acionista individual anunciava um acordo para sair da estrutura acionista, dando espaço a um reforço da presença norte-americana para mais de um quinto do total.