Qualquer ser humano tem altos e baixos. A vida tem prazo pra acabar. Tem hora que a gente tá fritando a cabeça, se preocupando com as coisas… “Ai, agora não vou fazer a Maria de Fátima porque todo mundo no Twitter tá falando que não tenho que fazer?” Sinceramente. Daqui a pouco, um carro pode me atropelar e eu morrer. Vou deixar de fazer o que eu quero por causa de Twitter, que só existe, enquanto estamos mexendo no celular? Todo esse mundo crítico, na hora em que você desliga o telefone, adivinha, acaba, sabia? Não existe mais nada. Olha que coisa mágica: a internet só existe quando você acessa. Temos o poder de não acessar. Na hora em que tô sentada no bar, bebendo a minha cerveja, não vem ninguém falar “ai, nossa, acho que você não deveria fazer”. Pelo contrário, é um monte de gente dizendo “caramba, tô adorando assistir”. Nunca encontrei alguém que fosse tão cruel comigo pessoalmente como é digitalmente. A partir do momento que uma pessoa só consegue ser cruel online precisa de ajuda. Criticar é uma coisa, ser cruel, machucar… Pelo amor de Deus, tem terapia online.