Nem esquerda nem direita. Não é aí que residem as divergências. A grande diferença está em quem ainda calça os sapatos de ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) e quem já tem a liberdade de ser “sincero” para dizer o que pensa. No Foro La Toja, uma conferência de alto nível – estilo Davos Ibérico -, realizada esta quarta-feira na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o MNE em exercício, Paulo Rangel, fez uma intervenção em luvas de pelica, sem críticas explícitas ao aliado norte-americano, enquanto os seus antecessores Paulo Portas e Augusto Santos Silva foram muito duros para a administração Trump.

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