O duplo choque das tempestades e guerra no Irão que abala Portugal desde o arranque do ano, e que se traduziu já numa estagnação do PIB no primeiro trimestre, não põe em causa a confiança do ministro das Finanças. Miranda Sarmento antecipa para este ano um saldo em equilíbrio e estima, afinal, que a trajetória da despesa tenha afinal sido bastante melhor do que era antecipado pela Comissão Europeia em novembro, cumprindo as regras do novo indicador-chave de Bruxelas.