Consultar as previsões meteorológicas tornou-se um gesto automático, quase instintivo, repetido várias vezes ao longo do dia por muitos dos que vivem nas zonas mais marcadas pelos efeitos da tempestade “Kristin”. Não descansam enquanto não o fazem, como se, ao acompanhar cada atualização do estado do tempo, pudessem evitar que a tragédia se repita.

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