Há uma década que o setor do turismo voltou a beneficiar de taxas preferenciais de IVA, à saída da crise que colocou o país sob resgate da troika. Mas a medida que, à época, foi fundamentada com a necessidade de recuperar níveis de emprego, é agora posta em causa. O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu nesta semana o fim das taxas reduzidas nos serviços de alojamento e restauração, repetindo uma avaliação também já feita no Ministério das Finanças. Também um novo estudo da Comissão Europeia coloca em causa a eficácia deste tipo de despesa fiscal.