A morte de Carlos Brito, antigo dirigente do PCP e ex-braço direito de Cunhal, provocou várias reações de pesar no país politico. O Presidente da República recordou-o como “figura incontornável da resistência antifascista”, o líder do PS elogiou a “referência de seriedade, cidadania e de combate pelos valores”, o movimento Renovação Comunista falou dele como “um revolucionário com percurso exemplar”.

Até a nível regional se sentiu o pesar: a Câmara de Alcoutim, onde Carlos Brito residia, decretou três dias de luto e deixou bandeiras a meia-haste, enquanto a Universidade do Algarve deixou uma nota a agradecer o papel ativo que Brito teve na sua criação.

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