O desfile militar do Dia da Vitória em Moscovo fica marcado, este ano, por duas circunstâncias. A primeira é o medo de Vladimir Putin, que decidiu transformar o seu escaparate de poder bélico num espetáculo mínimo e inédito, sem tanques nem mísseis, praticamente sem convidados estrangeiros nem meios de comunicação ocidentais. A segunda é o escárnio de Volodymyr Zelensky. Instado à última hora por Donald Trump, o Presidente ucraniano desistiu de ameaçar a Praça Vermelha com os seus drones e assinou um decreto sarcástico para “permitir” a celebração russa deste sábado.
SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a lerInserir CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler