Trump afirmou acreditar que era o principal alvo do criminoso. Ele disse não saber se o caso tem motivação política, mas lembrou que sobreviveu a duas tentativas de assassinato recentes. “Ser presidente é uma profissão perigosa”, declarou.
Defesa do acusado também tenta afastar o procurador-geral interino Todd Blanche e a promotora federal Jeanine Pirro do processo. Os dois estavam presentes no jantar e poderiam ter sido alvos do ataque. “É totalmente inadequado que as vítimas de um evento alegado como este conduzam individualmente o caso”, declarou o advogado Eugene Ohm.
Os promotores devem responder ao pedido da defesa até 22 de maio. Pirro havia declarado anteriormente à CNN que sua “capacidade de conduzir esse processo não tem nada a ver com o fato de estar presente” no local.
A próxima audiência desta causa está prevista para 29 de junho, segundo vários veículos. A primeira audiência de Allen ocorreu no final de abril, poucos dias depois do ataque. Na ocasião, ele ainda não havia se declarado culpado ou inocente das acusações.
Na semana passada, outro juiz pediu desculpas a Allen durante uma sessão. O pedido se deu devido ao tratamento que recebeu em uma prisão de Washington D.C, onde foi colocado sob vigilância antisuicídio e isolado dos demais detentos.
Relembre o caso
Allen foi preso no dia 25 de abril por efetuar disparos com arma de fogo durante o jantar de Correspondentes da Casa Branca. Ele teria admitido à polícia que planejava atacar integrantes do governo de Donald Trump, porém não foi informado quem seriam os alvos específicos.