As famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota preparam-se para receber, em conjunto, 653 milhões de euros em remuneração acionista relativa aos lucros de 2025, um valor que fica cerca de 1% abaixo do ano passado. A evolução é negativa já que apenas quatro das cinco maiores famílias acionistas da bolsa de Lisboa vão ganhar mais este ano com os dividendos das respetivas participações.