“Nunca foi considerado, porque se há algo que nós, venezuelanos, temos, é o amor pelo nosso processo de independência, o amor pelos nossos heróis e heroínas da independência”, disse Rodríguez a um repórter quando questionada sobre o assunto. A presidente interina, antiga vice-presidente, sucedeu a Nicolás Maduro após a captura deste pelos militares norte-americanos a 3 de janeiro de 2026.
Segundo notícias dos media norte-americanos esta segunda-feira, Donald Trump disse à Fox News que estava a “considerar seriamente” tornar a Venezuela o 51º estado dos EUA.
Em março, o presidente tinha publicado uma mensagem bem-humorada na sua rede Truth Media aludindo a esta possibilidade: “Coisas boas têm acontecido na Venezuela ultimamente (…) Estado nº 51, alguém?”.
Desde a captura de Maduro, que está a ser julgado nos Estados Unidos por narcoterrorismo e tráfico de drogas, crimes contra a humanidade e lavagem de dinheiro, que as relações entre Caracas e Washington têm evoluído de forma mais serena, com as reservas petrolíferas venezuelanas a ficarem navamente disponíveis para os gandes conglomerados americanos ligados à extração do ‘ouro negro’.
Donald Trump gosta de se vangloriar que os EUA controlam atualmente a Venezuela devido à sua estratégia.