O Bloco anunciou um voto de pesar pela morte de Carlos Brito. Dois dias depois, seguiu-se um outro do Presidente da Assembleia da República, querendo ser ele próprio a assinar os votos de pesar por ex- deputados ou dirigentes partidários. Pelo meio ficou uma polémica, acerca da nota produzida pelo PCP — curta e entitulada “a pedido de vários órgãos de comunicação social”. O líder do partido, Paulo Raimundo, garante agora que, também no Parlamento, “o PCP não deixará de assinalar o pesar“ sobre a morte do ex-dirigente comunista, “independente de votos de outros”.